"Nós não somos seres humanos tendo uma experiência espiritual. Somos seres espirituais tendo uma experiência humana"

(Teillard de Chardin)

19 setembro 2011

Eles Vivem


Em suas mensagens, os amigos espirituais nos trazem a paz e a certeza de que a vida continua após a morte física, oferecendo-nos sempre o alívio para as dores do dia a dia. 

Experienciei através da TCI, e aprendi que existe sempre alguém olhando por nós em algum ponto deste Universo, torcendo para que conquistemos o verdadeiro AMOR.

Em 1985 sofri a “perda” de minha adorada e inesquecível mãe, Dona Frigga, o que provocou uma profunda tristeza em meu coração. 

Três dias após o seu desencarne, nasce o meu filho Flávio, trazendo uma enorme e abençoada alegria para todos nós. 

Uma mistura de sentimentos que quase me levou ao desespero. 

Chorava e sorria. 

Sentia a dor profunda de uma saudade, e ao mesmo tempo a alegria de ter em meus braços aquele ser tão pequenino e tão desejado por mim e pelo Pedro, meu marido.

No mês de Julho/85, quatro meses após esses acontecimentos, foi quando tudo aconteceu. 

Meu marido tinha o hábito de dormir com o radio ligado em alguma estação em FM. 

Eram três horas da manhã quando levantei para dar a mamadeira do meu filho. Voltei para o quarto, e o radio na cabeceira de nossa cama estava com o som de chiado devido a estação haver saído do ar. 

Ao me sentar na cama escutei o meu nome como um sussurro no quarto - PHYLLIS....

Em princípio pensei que fosse o meu marido, mas notei que ele dormia profundamente. 

Logo em seguida escutei a voz saindo do radio, perfeitamente audível e compreensível - classe A, chamando o meu nome por três vezes - (f) PHYLLIS... (f) PHYLLIS... (f) PHYLLIS....

Pensei de imediato: “A voz de minha mãe saindo do radio?” 

Eu não acreditava, parecia loucura, pois nada sabia sobre a TCI.

O tempo passou, e somente em 1997, incentivada por meu marido, resolvemos pesquisar sobre o assunto. 

Estivemos na Faculdade Espírita, setor INPP - Rua Tobias de Macedo Junior, 333, Santo Inácio, Curitiba – Paraná, CEP 82010-340, e lá fomos carinhosamente recebidos pela Dra. Cristina Rocha, integrante da RITI e profunda pesquisadora na área da transcomunicação instrumental, quem nos deu toda a orientação devida, ou seja, como deveríamos iniciar os contatos com os amigos do Lado de Lá através da TCI.

Lemos vários livros relacionados ao assunto, e começamos a tentar os contatos com as vozes paranormais através de rádios e gravadores. 

Garanto a todos: foi e tem sido uma grande conquista em matéria de amor e felicidade!

Em Setembro/97, tentando assiduamente os contatos com os amigos do além, recebemos as primeiras vozes: (metálica) PEDRO, (m) ESTAMOS TE ESCUTANDO, (f) PHYLLIS...

Em Outubro/97 recebi a primeira mensagem de minha mãe: (f) MINHA FILHA, AINDA SINTO MUITAS SAUDADES DE VOCÊ... EU A AMO E NUNCA SE ESQUEÇA DISTO... MINHA FILHA...

Em Novembro/97 tivemos a alegria de escutar, numa mensagem que durou aproximadamente um minuto, a voz do Carlos de Almeida, da Estação Landell, desejando-nos (a todos os brasileiros) um Feliz Natal.

E desde então, até o presente momento, Dezembro/98, temos recebido vozes que nos incentivam a viver e que nos fazem entender melhor as palavras de Jesus: “Há muitas moradas na casa do meu Pai”.

Quero aqui, aproveitando o espaço ofertado pelos confrades Lázaro, Stil e Milton Andrade, dedicar uma oração de agradecimento aos nossos amigos de outras esferas, a qual faço antes de iniciar minhas sessões de TCI.


Deus, que esses seus filhos e maravilhosos espíritos trabalhadores de todas as estações transmissoras, amigos e mensageiros, recebam sua luz e o seu calor paterno.
Que através de minhas preces eles possam sentir o meu amor fraterno.
Que Jesus abençoe esses amigos, cujas vozes são meigas e serenas, atravessando espaços e tempos, no incansável esforço de nos trazerem mensagens de amor e certezas, nos dando maior conhecimento de suas existências.”


( Depoimento extraído do livro “A TCI e o amor” - Pedro Ernesto Stilpen e Lázaro Sanches de Oliveira)