"Nós não somos seres humanos tendo uma experiência espiritual. Somos seres espirituais tendo uma experiência humana"

(Teillard de Chardin)

29 setembro 2013

Há muitas religiões, mas o espírito é único


-Que religião é a tua? - perguntou um homem de certa idade, que estava num extremo da balsa, junto do seu carro.

- Não tenho nenhuma religião. Porque não creio em ninguém mais do que em mim mesmo - replicou o velho com ar resoluto.

- Como pode uma pessoa crer em si mesma ? Pode enganar-se - objectou Nekliudov, intervindo na conversa.

- Nunca! - exclamou o velho abanando a cabeça.

- Porque há então diferentes religiões ?- interrogou Nekliudov.

- Porque as pessoas crêem precisamente nessas religiões e não crêem em si mesmas. Também eu acreditei nos outros e perdi-me como numa floresta. Estava tão confuso que julguei não poder mais encontrar o caminho.
Conheci múltiplas religiões diferentes. Todas se louvam a si mesmas. Todas se foram propagando, tal como uns carneiros cegos arrastam outros consigo.
Há muitas religiões, mas o espírito é único. É o mesmo em ti, em vós e em mim.
Assim, pois, cada um de nós tem de acreditar no seu espírito, e deste modo todos estamos unidos.

(Leon Tolstoi, in "Ressurreição")


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Amo-te mais do que nunca


Acabei, enfim, acabei. 
E logo me precipito a enviar-te uma palavrinha!
Amo-te, és a minha vida, toda a minha vida. Aqui estou, pois, liberto!
Que alegria! Até logo!
Amo-te mais do que nunca.
E tu, como te sentes esta manhã, minha alegria? Passaste bem a noite, ao menos? Irei encontrar o teu belo rosto radioso como o céu, que ontem chorava e hoje sorri?
Preciso que tenhas saúde, que me ames, que sejas feliz.
Preciso de ti, da tua saúde, do teu amor, da tua felicidade.
Sabes, pobre querida, que podes viver descansada enquanto eu viver.
O céu fez as minhas mãos para que reparassem a tua vida meio desfeita, a minha alma para compreender o teu coração e os meus lábios para beijar os teus pés.

(Victor Hugo, in 'Carta a Juliette Drouet' )

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Simples assim...


28 setembro 2013

Num momento difícil...


Assim é o sol da sua vida,

ele brilha, ele está aquecendo, ele está lá,

talvez você não esteja enxergando-o

por causa das nuvens escuras e pesadas,

que de vez em quando a vida atrai.

Mas, o vento da persistência

vai se encarregar de soprar para bem longe,

e o sol vai brilhar ainda mais forte,

e iluminar esse caminho pleno e rico,

que é a sua história.


Não tenha medo de assumir a direção da sua vida!


(Paulo Roberto Gaefke)



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25 setembro 2013

Amo e ponto final.




Que posso fazer se tenho uma Alma que não se comporta.
Que posso fazer se me apaixono todos os dias.
Pelo nascer do sol, pelo riso da criança que encontro pelo caminho, pelo cãozinho, pelos gatinhos, pelo jasmim do jardim que está florido, pelas Almas Amadas deste espaço Sagrado, pela música, pelo sol, pela chuva, pelo vento , pelo ar.
Pelo sabiá que me acorda de manhã e pela enorme borboleta que pousou na minha sala.
Desisti de chorar pelo mal que não compreendo.
Decidi que não quero compreender, quero apenas sentir.
Amo e ponto final.

(autor desconhecido)


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Barco fantasma - Ivan Lins


Para ler todo dia


Para aquele que pede...


Estou quase...


21 setembro 2013

Ser como se já não fossemos...



É preciso não esquecer nada:
nem a torneira aberta nem o fogo aceso,
nem o sorriso para os infelizes,
nem a oração de cada instante.
É preciso não esquecer de ver a nova borboleta, nem o céu de sempre.
O que é preciso é esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.
O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos, a idéia de recompensas e de glória.
O que é preciso é ser como se já não fôssemos, vigiados pelos próprios olhos, severos conosco, pois o resto... o resto não nos pertence.

* * *

Cecília Meirelles nos faz pensar e viajar por entre suas palavras singelas e profundas.

Seria possível viver como se já não fôssemos, em um mundo de tangibilidade plena como o nosso?

Seria possível como que viver em dimensões diferentes ao mesmo tempo? e, será que já não vivemos?

Há uma parte de nós vivendo na esfera ponderável, da matéria, das necessidades de sobrevivência.

Há outra, habitante do eterno, onde os espelhos do mundo não refletem nada, imponderável, espiritual.

Viver como se já não fôssemos, pode significar estar no mundo, sem ser do mundo.

Dependemos do material para a sobrevivência, para a manutenção da encarnação.

Porém, nosso coração, nossas mais valiosas energias podem estar sendo investidas nessa vida maior, na vida eterna do Espírito imortal.

Quando investimos no amor, na doação, no sorriso para os infelizes ao nosso redor, estamos sendo como se já não fôssemos, pois estamos vivendo o espiritual, o permanente, acima do efêmero, do passageiro.

Quando investimos no autoconhecimento, buscando em nós, diariamente, o que precisa de reforma, estamos sendo como se já não fôssemos.

Quando não esperamos as recompensas e glórias do mundo, vivendo com leveza o dia carregado de atos, estamos sendo como se já não fôssemos.

Severos conosco, no sentido de vigiarmos nossos pensamentos e atos, dando conta de nossa própria administração.

Não a severidade que pune, que enche de culpa, mas aquela que previne e que corrige sempre, evitando perdermos tempo em caminhos infelizes.

E o resto... o resto não nos pertence.

Pertencem a Deus a Lei e a Justiça. Pertence à consciência de cada um seu próprio julgamento.


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Pois é...



Nada acontece por acaso. 
Não existe a sorte. 
Há um significado por detrás 
de cada pequeno ato. 
Talvez não possa ser visto 
com clareza imediatamente, 
mas sê-lo-á antes que 
se passe muito tempo.

(Richard Bach)


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18 setembro 2013

Agir ou não agir, eis a questão.


"E agora, o que devo fazer?" 

Praticamente todos nós já nos fizemos uma pergunta como essa, ao nos depararmos com uma situação difícil de superar.

A dúvida, o dilema e o medo de tomar a decisão errada, ou a aparente falta de opção, podem aparecer como principais entraves para qualquer iniciativa.

Quando a própria vida nos desafia, é muito comum ficarmos paralisados, perplexos, impotentes diante do que momentaneamente se impõe como obstáculo.

Como dividir com os amigos essa aflição, quando muitas vezes nossos entes queridos estão implicados na questão e tememos machucá-los ou decepcioná-los?

Como levar nossos problemas aos outros, se não queremos expor nossas vidas e nossas fraquezas?

Além disso, mesmo que as outras pessoas apontem soluções, não conseguimos enxergar em nenhuma delas a verdadeira saída.

Pensamos que "falar é fácil, fazer é que é difícil". Nosso desespero se agrava mais ainda quando, além de termos de tomar uma decisão, ainda nos preocupamos com as consequências de nossos atos - com os efeitos deletérios de uma escolha ruim ou de uma ação incorreta.

Sentimo-nos sozinhos e impotentes para agir e para reagir contra as vicissitudes que desafiam a vida.

Quem, então, pode nos socorrer? 

Os amigos, os parentes, o padre, o pastor, os guias espirituais, os orixás, os santos, o anjo da guarda, Deus...? 

Como fugir das próprias prisões psicológicas? Como sair da sinuca do jogo existencial?

Todas essas questões vêm à mente quando somos confrontados por grandes problemas de saúde, dificuldades financeiras, relacionamentos amorosos complicados, dramas familiares e profissionais conturbados.

Só então somos naturalmente obrigados a pensar em nossa vida - forçados, na verdade, a repensá-la.

Viver é ter de tomar decisões e agir sempre.

Decidir nada fazer já é uma ação que terá implicações, inevitavelmente.

Por isso, quando diante da nossa vida abrem-se novas possibilidades, quando as portas se fecham para nossos objetivos e quando a vida parece dizer "não" aos nossos sonhos, é preciso que não estejamos acelerados demais; é preciso pisar no freio e reduzir a marcha.

Eis aí uma estratégia que poderá promover a grande mudança de que precisamos, que nos colocará de volta à estrada e desencadeará nosso turning point.

Tal estratégia exigirá de nós desaceleração, introspecção e tempo para pensar e decidir. Porém, nem sempre sabemos como fazer isso ou pior, nem sempre há tempo para isso.


Parar para pensar

Vivemos em época de grande correria e estresse.

Há muito já não somos mais visitados por grandes mestres, em carne e osso ou em aparições, mesmo quando oramos ou meditamos.

Entretanto, ainda podemos recorrer aos ensinamentos legados por aqueles que já deixaram um rastro de sabedoria e de bênçãos visível do Oriente ao Ocidente.

A coragem que nos fará reagir contra os obstáculos, ou a sabedoria que nos ensinará a esperar pacientemente uma resposta ou solução do problema, poderá encontrar ali sua fonte de inspiração.

Grandes mestres como Krishna, Buda e Jesus são, sem dúvida, os mais procurados nas horas difíceis, mas não estão sozinhos no rol dos conselheiros dos homens em seus momentos de aflição.

O sábio chinês Lao Tsé, que viveu entre os séculos 7 e 6 a.C, deixou seus ensinamentos registrados em 81 aforismos, no livro intitulado Tao Te King (O Caminho do Sábio), no qual podemos encontrar: "Quem de boa vontade carrega o difícil supera também o menos difícil. Quem sempre conserva a quietude é senhor também da inquietude. Por isso o sábio carrega de boa mente o fardo da sua jornada."

O taoísmo, a doutrina baseada nos ensinamentos de Lao Tsé, assim como todo o sistema filosófico oriental, fundamenta-se não no raciocínio lógico da filosofia ocidental e sim em intuições ou percepções sutis que desafiam nossa racionalidade.

O wu-wei ("ação na inação", prática encontrada no zen-budismo) é um de seus princípios: "Agi pelo não agir! Sede ativos na inatividade! (...) Achai gosto no desgosto! O sábio prevê as dificuldades, por isso as supera", diz o aforismo 63 do Tao Te King.

Isso significa enfrentar o obstáculo na quietude estratégica de simplesmente "esperar passar".


(Por Jaya Hari Das)





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Aprendizado contínuo


A sabedoria e o bom senso


O sábio indiano passava com um discípulo, às margens do Ganges.
Em dado momento, viu um escorpião que se afogava.
Pressuroso, estendeu a mão e o retirou das águas.
Previsivelmente, o escorpião deu-lhe uma ferroada.
Não obstante a dor, o sábio, cuidadoso e paciente, o depositou em terra firme.
Teimoso, o bicho voltou ao rio.
O discípulo, admirado, viu seu mestre salvá-lo novamente, submetendo-se a nova agressão.
O escorpião, que parecia orientado por vocação suicida, retornou às águas.
Repetiu-se a cena.
A mão do sábio intumescia, lancinante dor.
– Mestre – balbuciou, confuso, o discípulo, – não estou entendendo. Esse escorpião o atacou três vezes e o senhor continua empenhado em socorrê-lo?!
Ele sorriu.
– Meu filho, é da natureza dele picar; a minha é salvar!



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Dica do blog: V Fórum Mundial de Ufologia (II UFOZ 2013)


Afinal, quem são nossos visitantes?

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ET's e o futuro da humanidade
O que nos distingue dos extraterrestres?
Devemos esperar por um contato?
Abduções e a mensagem extra planetária.
As mensagens extraterrestres.
Projeto Contato: o futuro da espécie humana.
Uma lição aprendida diretamente com ET's.
A avançada ciência e espiritualidade dos ET's no Brasil Central.
A Ufologia agora nas Nações Unidas.
A preparação holística para o contato.
Os resultados oficiais do Dossiê Cometa.
Segredos da agenda extraterrestre.
UFOS no interior de São Paulo.
Rosweell mudou nossa visão do mundo.
Afinal, quem são nossos visitantes?
UFOS e os fenômenos da consciência.
Resultados da Carta de Foz do Iguaçu, de 2012.
Aterrissagens de UFOS na Argentina.
Ufologia versus Ciência e Religião.
Multidimensionalidades dos extraterrestres.
O impacto psicológico da presença extraterrestre.
O que os UFOS significam para a Humanidade?
Deuses extraterrestres no nosso passado.

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12 setembro 2013

Hermann Hesse e a solidão...


Solidão é como independência; eu a havia desejado e conquistado no decorrer de longos anos. 
Ficava fria, ah, sim, mas também quieta, maravilhosamente quieta e grande como o espaço frio e silencioso no qual giram as estrelas.


(Hermann Hesse, em "O lobo da estepe")

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Cada um é como é...


Alguém que nos ouça...


Bem x Mal


Biblioteca mágica...


E na biblioteca eu percebi a imensidão do mundo.
Tinha tudo ao meu alcance, todas as idéias, as histórias, as aventuras, as mentiras, o passado e o futuro, o amor e o ódio, o perigo e o crime, mas muita felicidade a cada palavra impressa nas páginas de cada livro. 
E esse mundo me fascinou.
Queria ali morar.


(Trecho do livro "A Menina que não sabia ler")

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Wi-fi


Eu tinha de postar...

Disse tudo.

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A verdadeira vitória


Olhando no espelho...


Não existem problemas insolúveis.
Existem pessoas sem soluções.
E às vezes esta pessoa sem solução sou eu!
Sou eu pensando que o pior pode acontecer quando é apenas a velocidade dos acontecimentos que não tem sido como eu esperava;
Sou eu avaliando demasiadamente os meus erros quando poderia estar lembrando de todos os meus acertos;
Sou eu analisando tudo que faltou ser dito e feito e esquecendo de analisar que terei várias chances de fazer e dizer novamente e de forma mais elaborada no futuro;
Sou eu julgando duramente a mim mesmo ou ao outro , quando poderia me recordar que estamos todos aqui em processo de evolução - posso pegar mais leve;
Sou eu associando minhas ideias a todos os modelos de insucesso , quando poderia lembrar que quem chegou lá também recebeu " nãos" e continuou e que estes são fonte de inspiração e com quem meus pensamentos devem se ligar;
Sou eu que enquanto existe um mundo abundante de oportunidades lá fora, estou me fixando numa única alternativa e declarando impossibilidades.
Então, sou eu que preciso levantar a poeira e dar a volta por cima.
Sou eu que posso e tenho todas as condições de reverter qualquer resultado, quando não me deixo enclausurar por idéias e pensamentos limitados.
Sou eu a fonte da mudança!

(Rosalia Schwark)


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Cansada...

Cansada de tanto cinza.
Nos muros e na alma...


08 setembro 2013

Vanessa Williams - Save The Best For Last


Apenas nas crises atingimos as nossas profundezas


Tudo o que o nosso corpo faz, exceto o exercício dos sentidos, escapa à nossa percepção.
Não damos conta das funções mais vitais (circulação, digestão, etc.)
O mesmo se passa com o espírito: ignoramos todos os seus movimentos e transformações, as suas crises, etc., que não sejam a superficial ideação esquematizante.
Só uma doença nos revela as profundezas funcionais do nosso corpo. 
Do mesmo modo, pressentimos as do espírito apenas quando estamos em crise.


(Cesare Pavese, in “O Ofício de Viver”)


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07 setembro 2013

Curiosidade: Como a bruxa ganhou a vassoura?



A imagem tão familiar hoje em dia, de uma bruxa atravessando os céus noturnos em uma vassoura, fez sua primeira aparição pública numa ilustração do século XV, no manuscrito Le Champion des Dames (O Campeão das Damas), do escritor suíço Martin LeFranc. 

Porém, as conotações mágicas das vassouras são muito mais antigas do que este desenho.

Há muito as vassouras têm sido associadas à magia feminina e a mulheres poderosas. 

A certa altura transformaram-se no equivalente feminino do cajado mágico usado por Moisés para abrir o mar Vermelho.

Parteiras sagradas da antiga Roma varriam as soleiras das casas das parturientes, acreditando que assim espantariam os maus espíritos, afastando-os das mães e de seus bebês.

Desde então, as vassouras foram revestidas de um poder simbólico para questões mundanas e grandiosas.

Até bem recentemente, em certas regiões da Inglaterra, as mulheres deixavam suas vassouras do lado de fora ao ausentarem-se de casa. 

Alguns estudiosos supõem que a idéia por trás dessa prática era deixar um símbolo da dona-de-casa, para salvaguardar o lar.

No país de Gales e entre os ciganos, a tradição determinava que, para selar os casamentos, os noivos deviam pular uma vassoura colocada na entrada da nova casa (casais de feiticeiros modernos saltam sobre a vassoura como parte da cerimônia de casamento Wicca, chamado pacto)

Como símbolo de um passado pagão, a vassoura despertou hostilidade particular entre os cristãos caçadores de bruxas.

Mas, contrariando a crença popular, poucas das confissões forjadas durante os julgamentos das bruxas mencionavam vassouras.

Uma exceção é o relato de Claudine Boban, uma garota quem em 1598 revelou que "ambas, sua mãe e ela, haviam montado em uma vassoura de gravetos e voado pela chaminé, atravessando os ares rumo ao sabá".

Embora os acusadores costumassem enfiar idéias nas cabeças de suas vítimas, a imagem da vassoura voadora não era comumente adotada nos tribunais.

Contudo, esse conceito permaneceu e é agora um ícone inseparável da bruxa.

Fonte:


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Importante...


Sobre pessoas e coisas...


04 setembro 2013

O mistério do escoteiro desaparecido


Um dos maiores mistérios do País. Em 8/6/85, o escoteiro Marco Aurélio Bezerra Bosaja Simon desapareceu durante uma excursão ao Pico dos Marins. Mais de 300 homens ajudaram nas buscas, mas, até hoje, nada foi encontrado.”

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Ter um filho longe de nosso alcance é uma dor indescritível.
Um caso intrigante de desaparecimento.
Dois livros foram escritos sobre o ocorrido, pelo jornalista Rodrigo Nunes, tentando juntar as partes deste quebra-cabeça:



O pai, hoje um senhor com mais de 70 anos, decidiu recomeçar a procura na esperança de notícias.
Na época com 15 anos, hoje seu filho Marco Aurélio teria 45.
Irresponsabilidade do guia, acidente com perda de memória, pedofilia, falaram até em abdução.
Peço a Deus que a família tenha notícias, mesmo tantos anos depois...
Hoje em dia os recursos são maiores e melhores, além disso a visão e a experiência das autoridades é bem diferente da existente naquela época. 
Talvez aquilo que não foi valorizado e investigado possa ser agora.
Divulgar o blog criado por este pai é um meio de ajudar..
Repasse.




Veja mais em:



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