"Nós não somos seres humanos tendo uma experiência espiritual. Somos seres espirituais tendo uma experiência humana"

(Teillard de Chardin)

26 novembro 2013


Existe só uma maneira de evitar as críticas: não fazer nada, não dizer nada e não ser nada.

(Aristóteles)


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24 novembro 2013

Dica de livro: “Mãe, me ensina a conversar”, de Dalva Tabachi



Em 2006, com base em anotações do dia a dia do filho,
diagnosticado como autista, Dalva Tabachi lançou o livro "Mãe, me ensina a conversar”.


Sinopse:

Só mesmo a força de uma mãe para lidar com um problema que ela desconhece sem temer obstáculos, com o único objetivo de integrar seu filho ao convívio da sociedade que ainda vê o autismo como uma sentença de exclusão ou de morte.

Esse livro nada mais é do que uma belíssima história de amor, esperança e força de vontade. Um exemplo real protagonizado por pessoas comuns, gente igual a nós, Dalva e Ricardo, resgatado do isolamento e do silêncio, pelo esforço inabalável de sua mãe.

Amor de mãe, então, faz milagre? Sim, claro! Mas aí não vai nada de sobrenatural. Médicos, terapeutas e muitos outros especialistas, todos unidos em torno do mesmo ideal, e impulsionados por Dalva, foram fundamentais. Hoje Ricardo já trabalha e é campeão de natação.

Editora Rocco.


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Agora Dalva Tabachi lança o segundo livro: "Mãe, Eu Tenho Direito! - Convivendo com o autista adulto”


Sinopse:

Ricardo foi diagnosticado como autista aos três anos. Dos primeiros sinais à adolescência, ele foi assistido por uma série de especialistas que, com trabalho e dedicação, conseguiram romper a barreira do silêncio e trazer o jovem ao convívio familiar e social.

Hoje, Ricardo trabalha, estuda violão e vai ao cinema com frequência, mas essas conquistas são fruto de um árduo caminho percorrido pela família com amor e persistência.

São os desafios enfrentados desde o diagnóstico do filho que Dalva Tabachi divide com o leitor em Mãe, eu tenho direito!, inspiração para todos que lutam para que o autista encontre seu lugar no mundo.

Editora Rocco.




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All in love is fair - Stevie Wonder


A verdadeira esperança...


Prece Irlandesa




Que a estrada se abra à sua frente.
Que o vento sopre levemente em suas costas.
Que o sol brilhe morno e suave em sua face.
Que a chuva caia de mansinho em seus campos,
e até que nos encontremos de novo,
que Deus lhe guarde nas palmas de Suas mãos.

(Autor desconhecido)


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Desaprender para aprender. Deletar para escrever em cima.
Houve um tempo em que eu pensava que, para isso, seria preciso nascer de novo, mas hoje sei que dá pra renascer várias vezes nesta mesma vida. Basta desaprender o receio de mudar.

(Martha Medeiros)


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21 novembro 2013

Dica de vídeo: "Por que trazer uma criança a este mundo?"



Por que trazer uma criança a este mundo?

Porque agora é o momento certo para criar um futuro melhor.

Um filme da Unilever.

Merece ser visto.


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Chico e os Espíritos Obsessores



Em conversa reservada conosco, em sua casa, Chico certa vez nos disse, enquanto íamos anotando resumidamente a sua palavra:

- "Eu já sofri, meu filho, o assédio de muitos espíritos que, de todas as maneiras, tentaram comprometer a tarefa do livro por nosso intermédio; os Bons Espíritos, Emmanuel, sempre estiveram comigo, mas nunca me isentaram das lutas que são minhas...

Houve época em que o assédio deles, dos espíritos infelizes, durava semanas e até meses; eles queriam que eu abandonasse tudo...

Ora, deixar tudo para fazer o que?

Colocavam idéias estranhas na minha cabeça - deitava-me e levantava-me com elas, mas eu não podia parar...

Perguntava a Emmanuel, ao Dr. Bezerra, se alguma coisa poderia ser feita, porque eu não estava agüentando; eram perturbações no espírito e sinais de doença no corpo, doenças-fantasmas evidentemente, dores por todos os lados, um pavor inexplicável da morte...

Eles me diziam que eu tivesse paciência, porque, com o tempo, tudo haveria de passar. Mas não passava...

Às vezes, para mim, um dia aprecia uma eternidade.

Então, não me restava alternativa, há anos continuava trabalhando sob aquela pressão psicológica tremenda. Escutava espíritos perturbadores gargalhando aos meus ouvidos, me ironizando - e eu já estava na mediunidade havia um bom tempo!...

Na hora do serviço da psicografia, eles desapareciam, mas depois, voltavam. Eu não podia viver em transe: tinha que cuidar da vida.

Apanhei muito dos espíritos inimigos da Doutrina, não a socos ou pontapés, mas a alguma coisa equivalente... Não foi fácil.

Somente a custa de muita oração e trabalho na caridade é que fui me desligando naturalmente daqueles pensamentos.

Não pensem que tudo para mim, na mediunidade, tenha sido um mar de rosas; por vezes, eu me sentia sitiado - de um lado, a incompreensão dos encarnados e, de outro, o assedio espiritual que, em verdade, em maior ou menos grau, todo médium experimenta."

E prosseguiu:

- "Já conversei com muitos companheiros de valor na mediunidade que estavam estreitamente vampirizados pelos espíritos, que a eles pareciam colados, como se estivessem sugando a sua energia mental... Não é brincadeira.

Os espíritos, em maioria, quando deixam o corpo, ficam por aqui mesmo. Poucos são os que acham o caminho para as Dimensões Mais Altas...

O médium que não persevera na tarefa e que, doente como estiver, não procura cumprir com os deveres acaba anulado pelos seus desafetos invisíveis de outras vidas...

Emmanuel me perguntava: - "Chico, o que e que você tem?" Eu respondia a ele: - "Estou triste, deprimido..." então, vamos trabalhar - me respondia -, porque, se não trabalhar, eu não posso ficar pajeando você..."

Foi assim que eu me habituei a trabalhar quase sem nenhum descanso.

Como é que eu ia parar?! Certa vez, os espíritos que me assediavam me levaram a ficar de cama: comecei a tremer, ter febre alta, e não era doença nenhuma.

Ainda bem que, de modo geral, a Humanidade vive alheia a influencia mais incisiva dos espíritos obsessores, oferecendo obstáculos à sintonia com eles, pois, caso contrário, a casa mental dos homens seria invadida...

Por este motivo, explica Emmanuel, os médiuns necessitam de vigilância dobrada.

Hoje, eu já me sinto um tanto mais calejado - as cicatrizes são tantas que os espíritos não encontram mais lugar para bater..." (Risos)

E remata, bem humorado:

- “Hoje, eu já estou praticamente morto: eles não vão se preocupar com um... cadáver, não é?".


(in “Chico Xavier o Apóstolo da Fé”, de Carlos A. Baccelli)





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15 novembro 2013


Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. 
Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar.

(Nelson Mandela)

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