"Nós não somos seres humanos tendo uma experiência espiritual. Somos seres espirituais tendo uma experiência humana"

(Teillard de Chardin)

21 outubro 2014

Não esqueçamos nunca que...


Quando morremos, deixamos atrás de nós tudo o que possuímos
 e levamos tudo o que somos.

(Autor Desconhecido)


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Acreditar ou não...


Não acreditem em nada só porque lhes foi dito.
Não acreditem na tradição apenas porque foi passada de geração em geração.
Não acreditem em nada só porque está escrito nos seus livros sagrados.
Não acreditem em nada apenas por respeito à autoridade de seus mestres.
Mas qualquer coisa que, depois do devido exame e análise, vocês acreditarem que leva ao bem, ao benefício e ao bem-estar de todos os seres - nesta doutrina creiam e aferrem-se a ela e a tomem como guia.

(Buda)


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A verdadeira Lei da Atração...


A lei da atração funciona assim: você não atrai o que você quer,
você atrai o que você É.

(autor desconhecido)


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19 outubro 2014

O Bom e o Mau Político...


O bom político governa em prol dos cidadãos, protegendo e valorizando o patrimônio cultural do seu povo.

O bom político, convencido de que as soluções que pretende implementar são as mais válidas, tenta comunicá-las usando para isso todos os meios ao seu alcance, buscando obter apoios e colocando a debate a solução que apresenta. 

Assim, pode auscultar as opiniões que a sua abertura ao diálogo promove. Resulta daí que o bom político encontra soluções de consenso que serão mais justas e adequadas.

O bom político colabora com os meios de comunicação, pois sabe que estes são seus parceiros privilegiados para informar, ele sabe que ao informar soluções que pretende implementar estes farão chegar a sua mensagem ao destino, contribuindo assim para convencer os cidadãos das suas melhores idéias.


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O mau político governa em prol de si próprio e dos seus "puxa sacos", pouco lhe interessando o patrimônio cultural do seu povo.

O mau político sabe que as medidas que pretende implementar são contra os interesses dos cidadãos, por isso tenta esconde-las ou adulterar a verdade, usando para isso todos os meios ao seu alcance, tentando calar as vozes dissonantes.

Resulta daí que o Mau político aplica soluções inadequadas e provocadoras de discórdia e injustiças, que apenas são caladas muitas vezes à custa de perseguições e intimidações.

O mau político boicota os meios de comunicação independentes e utiliza os meios de comunicação por si controlados para ocultar a verdade aos cidadãos, divulgando notícias que tem em vista enganar os cidadãos ocultando a verdade, promovendo e protegendo os seus lacaios, mesmo que não haja mérito pois são eles que lhes dão suporte.

Partindo deste raciocínio, será que pelo modo como um político se relaciona, podemos perceber quais são os bons e os maus políticos?


(Rodrigo Veloso)








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“O mau político é aquela pessoa que busca novos votos com a mesma velocidade em que perde os que já eram seus.”

(Ary Veira)



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Dica de vídeo: "Crianças Indigo, Cristal e Diamante", com Prof. Laércio Fonseca


Mais uma excelente palestra do Prof. Laércio Fonseca, esclarecendo nossas dúvidas sobre essas almas especiais que já estão entre nós...

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É preciso apaixonar-se...


É preciso apaixonar-se: renove a vida dentro de você

Quem nunca se apaixonou não experimentou o sabor de viver. 

Por isso afirmo que precisamos urgentemente de nos apaixonar, entrar numa relação íntima de permuta de sentimentos com algo, uma ideia ou um ideal.

Não nos apaixonamos apenas pelo semelhante, isto é, por um ser humano.

Contudo, numa relação em que uma das partes não se envolve, não se deixa impregnar pelo outro e não respira o clima do outro, não há compartilhar nem palmilhar.

Muitos passam pela vida sem experimentar o viver ou, então, a vida passa por eles, que permanecem à margem do caminho, como árvores ressequidas.

É imprescindível nos entregarmos a um amor ou ao amor. Quem ama e se apaixona também se envolve, se deixa excitar mentalmente com o objeto do seu amor.

É preciso apaixonar-se É preciso apaixonar-se por uma ideia ou um objetivo; o ser humano necessita respirar na atmosfera saudável de um ideal elevado.

Sem metas e sem se entregar a algo que dê sentido maior à existência, o indivíduo passa a viver entediado e, ao fim de sua experiência física, encontra a frustração.

Quando você elege algo a que se dedicar, seja uma filosofia de vida, uma religião ou ainda a defesa de qualquer projeto que enobreça e auxilie a humanidade, coloca-se automaticamente ao abrigo do tédio, e sua vida deixa de ser uma rotina.

[…]




(in “Os dois lados do espelho”, de Robson Pinheiro, pelo Esp. de sua mãe Everilda Batista)  



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Sobre o destino da Alma Humana...


O homem é produto das estrelas e para as estrelas retornará um dia, quando puder alçar voo rumo ao país da eternidade.

Lá é onde moram os sonhos, onde vivem os Imortais, onde as luzes se fazem gente e onde os seres são feitos de pura luz.

É onde fica a cidade habitada pelas consciências que despertaram para a vida além dos limites demarcados por fronteiras, estandartes ou bandeiras; onde cessam os partidarismos políticos, ideológicos ou religiosos.

Esse é o mundo onde não há medo, nem culpa, nem cobrança. Essa é a Amanda de todos os povos, de todas as gentes, a cidade dos espíritos.

O país das estrelas pode ser cantado em prosa, em verso, ao som de atabaques ou entre melodias refinadas de instrumentos mil.

A cidade dos espíritos ou, simplesmente, Aruanda é o céu, o orum, o paraíso, para muitos.

Pode ser também o fulgor das estrelas, o cantar dos pássaros ou, então, a habitação de pais-velhos, a terra de caboclos, de brancos e negros, asiáticos, índios, de peles vermelhas, pretas ou amarelas; afinal, essa metrópole é a pátria daqueles que não se sujeitam mais aos acanhados comportamentos exclusivistas e sectários das sociedades humanas.

Ali, entre as estrelas, é onde o espírito se retempera, onde é capaz de haurir forças para as tarefas de redenção, auxílio ou intervenção no mundo dos homens.

Cidade dos agentes da justiça divina — essa é a realidade da Aruanda. Onde a justiça e a equidade se aliam para estabelecer o Reino nos corações humanos e na Terra, em todas as dimensões.

Dela partem guardiões, caravanas que interferem no mundo em nome da divina justiça.

É onde me encontrei, aonde fui conduzido pela espada flamejante de um guerreiro que descortinou, ante minha visão estreita, as luzes e os caminhos de Aruanda, também conhecida por alguns como Ilha Sagrada, por outros, como Shamballa; para mim, somente Aruanda, a cidade dos Imortais.

Um estilo de vida, um conceito de paz, uma filosofia, uma política divina — tudo isso faz da cidade dos espíritos um lugar mítico, uma escola onde se preparam espíritos, forjam-se heróis anônimos, que lutam pelo progresso da humanidade.

Onde residem encantos e encantados, onde lendas encontram sua explicação e onde o tipo encontra o antítipo.

Da Amanda, onde me encontrei depois de abertos os portais da morte e onde até hoje me inspiro e respiro, quando posso, a fim de retornar à Terra dos meus encantos e dos meus antigos amores, é de onde trago, na bagagem da alma, a poesia da imensidade.



(in “Cidade dos Espíritos”, de Robson Pinheiro, pelo Esp. Ângelo Inácio)


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A geração que desaparece levará consigo seus erros e prejuízos; a geração que surge, retemperada em fonte mais pura, imbuída de ideias mais sãs, imprimirá ao mundo ascensional movimento, no sentido do progresso moral que assinalará a nova fase da evolução humana.

(Allan Kardec)


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Quando você atinge a iluminação não se torna uma nova pessoa. Na verdade, você não ganha nada, apenas perde algo: se desprende de suas correntes, de suas amarras, deixa para trás seu sofrimento. A iluminação é um processo de perda.


(Osho)


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17 outubro 2014

O amor de um avô


Nunca me esquecerei da primeira vez em que me dei conta de que existiam outros seres de um mundo diferente.

Eu era bem pequeno e estava no berço quando ouvi o som de risadas de adultos vindo de outro cômodo. Pensei que fossem meus pais e chorei para chamar a atenção deles. 

Minha mãe entrou no quarto, me pegou no colo, me ninou por algum tempo e me deixou sozinho de novo.

A partir daí, noite após noite, eu ficava acordado ouvindo o som das risadas.

Depois de algum tempo, comecei a perceber que havia luzinhas brilhantes dançando no meu quarto e formando um desenho na parede e em torno do meu berço. 

Essas luzes me fascinavam.

Vi a sombra de um homem de pé no canto do quarto, seus olhos azuis brilhando na escuridão. 

Havia uma luz em torno dele que parecia vir do seu interior. Senti o amor que emanava de sua presença e me acalmei.

Ao se aproximar do meu berço, o homem sorriu. Não havia nada a temer, e ele me parecia familiar.

Não disse nada, mas captei seus pensamentos. Esse espírito passou a me visitar de vez em quando e a me enviar pensamentos telepáticos de pôneis pintados trotando ao redor de um anel de formas coloridas. Seus pensamentos chegavam em forma de imagens, e eu sentia muito amor e luz vindo dele.

À medida que fui crescendo, ele deixou de me visitar.

Na época em que entrei no jardim-de-infância, eu passava freqüentemente os fins de semana na casa de minha avó, com quem eu tinha uma forte ligação afetiva.

Em uma dessas visitas, vimos juntos um álbum de fotos de família. Ao ver a foto de um homem de olhos azuis brilhantes, perguntei quem era.

- É seu avô - respondeu vovó. - Ele morreu antes de você nascer. Ele veio da Inglaterra e foi
trabalhar no rodeio, com pôneis e cavalos.

- Eu conheço esse homem, vovó. Ele me visitava quando eu era bebê e me contava histórias sobre os cavalos.

Minha avó sorriu. Percebi que ela não acreditava em mim, mas acrescentou:
- Ele adorava contar histórias sobre caubóis e índios.

Anos mais tarde, quando comecei meu trabalho como médium, ao terminar uma sessão, ouvi um espírito dizer, do canto da sala:
- Você é um bom menino, James. Estou orgulhoso de você!

Aquele tom carinhoso reavivou a lembrança do homem de olhos azuis brilhantes. Eu sabia que era meu avô.

Fiquei feliz ao pensar que ele ainda estava por perto e que me protegia.


(in “Espíritos entre nós”, de James Van Praagh)



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