"Nós não somos seres humanos tendo uma experiência espiritual. Somos seres espirituais tendo uma experiência humana"

(Teillard de Chardin)

22 outubro 2018

Star Trek: Tema de abertura de Deep Space Nine




Na vida todos temos um segredo inconfessável, 
um arrependimento irreversível, 
um sonho inalcançável e um amor inesquecível.
(Diego Marchi)


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05 outubro 2018





Que as alegrias sejam mais fortes que os cansaços.
Que o sonho derrote o medo.
Que a beleza extrapole as trevas.
E o bem querer desate cada nó de dificuldade que nos aperte os
caminhos...
Que tudo seja tomado como lição.
E que a mais importante seja a fé...
Que lança luz sobre toda incompreensão.
Ungindo com poesia o início e o fim de cada dia.


(Gi Stadnicki)



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Trabalhadores da Luz



Os Trabalhadores da Luz vieram para a Terra com a missão de mudar a energia do planeta.

Eles estão aqui para derrubar as energias negativas e para promover a Luz e o Amor no mundo.

Ser um Trabalhador da Luz não é um destino fácil.

Num mundo que ainda não está pronto para esta energia, muitas vezes sentem-se incompreendidos e isolados.

Mas você não está sozinho.

Existem muitas pessoas no mundo agora que desejam trazer a Luz e o Amor ao mundo.

Vieram a este mundo com uma missão.

Infelizmente, quando entramos na Matriz da manifestação física, sofremos alguma amnésia.

Nós não podemos completamente recordar-nos sobre porque é que nós viemos e o que estamos destinados a fazer.

Mas o sentimento profundo de ter um propósito nesta vida permanece dentro de nós como uma semente, esperando pacientemente que seja regada e nutrida até desabrochar.


(Desc.)




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A música de cada um



Há no coração de cada um de nós, por essência, uma música que é somente nossa, inigualável, intransferível.

Por várias razões, conhecidas ou não, às vezes aprendemos desde muito cedo a diminuir, gradativamente, o seu volume e inventar ruídos que nada tem a ver com ela para nos relacionarmos conosco e com os outros.

Até que chega um tempo em que desaprendemos a entrar no nosso próprio coração para ouvi-la e, porque não passeamos mais nele, porque não a ouvimos mais, não é raro esquecermos completamente que ela existe.

Mas, como toda ignorância, toda indiferença, toda confusão, não são capazes de apagar a beleza original dessa partitura impressa na alma, ela continua tocando, ainda que de forma imperceptível.

Continua tocando, à espera do dia em que, de novo ou pela primeira vez, possamos aumentar o seu volume, trazê-la à tona, compartilhá-la.

Continua tocando, e alguns são capazes de escutá-la mesmo quando não conseguimos.

Todo encontro genuíno de amor é também o encontro de duas pessoas que conseguem ouvir a música uma da outra e sentir alegria e descanso com aquilo que ouvem.

Conseguem ouvir, não importa quantos ruídos tenham inventado pelo caminho para se proteger da dor afastando a vida.



(Ana Jácomo)


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Nos próximos dias mostrem a todos que vocês são luz, sejam sinceros, vibrem na mais alta frequência possível.

Não permitam que ninguém os tire desta vibração.

Perdoem a todos, e acima de tudo se perdoem.

Sejam luz onde estiverem.

Nosso Sistema precisa deste combustível.
    
Eu a todos perdoo, e peço perdão por meus atos falhos, é hora de esquecer as diferenças medíocres geradas no Planeta Água (Terra).

Não se deixem levar por vibrações de acontecimentos cotidianos, sejam eles quais forem.

Vivam estes dias da forma mais plena e sublime possível.

Viver assim gera combustível cósmico universal pois gera empatia amor positividade.

 Esqueçam as polaridades. Somos todos cósmicos e neste momento não temos diferenças.



(Desc.)


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Viemos a esse planeta azul para aprender.
E isso inclui errar e corrigir esses erros.
Esse planeta é uma escola muitas vezes sem mestres. 
Vamos muitas vezes tateando através dos exemplos.
Por isso às vezes é tão difícil acertar.
Mas enxergar nossas falhas e estar de coração aberto, com humildade para consertar as coisas, é o mais importante.
Jogue fora a culpa, ela só nos atrapalha a evoluir!


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13 setembro 2018



Estamos vivendo um momento desafiador no Brasil. 

Na verdade creio que a onda que está revolvendo nossas entranhas é global.

A sombra veio à tona. 

O escondido está sendo revelado, e isso não se refere apenas à situação político-econômico-social, mas a cada um de nós.

A forma como reagimos a esse momento revela também nossas sombras. 

Isso não é ruim. Só podemos limpar a sujeira que enxergamos.

Mas ouça. Enquanto nos ocupamos em apontar a escuridão lá fora, nos outros, na política, naqueles que atacamos por pensarem diferente de nós, deixamos de agir e transformar o que nos cabe.

Nós mesmos.

Pense que cada um de nós tem dons e habilidades que servem ao todo. 

Uns tem uma mente clara e ótimas ideias, outros são ágeis em encontrar soluções criativas. 

Uns sabem usar agulhas para curar, outros têm o dom da oratória. 

Uns amam estar em grupo e iniciar movimentos que se expandam, outros preferem ficar no jardim cuidando de uma única sementinha.

O momento requer que cada um de nós descubra seu dom e o coloque a serviço do todo.

Existe algo que só você tem a dar, entende?

Precisamos evitar a armadilha de sermos sugados por essa ilusão coletiva que diz que o nosso destino está nas mãos de alguém, que não nós próprios.

Enquanto ficamos aguilhoados pela revolta, reclamando, atacando uns aos outros, alimentando essa onda que causa angústia e medo, deixamos de fazer a única coisa que poderia ser verdadeiramente revolucionária.

Existir.

Ser a luz que somos.

Não importa a sombra que nos rodeie, estamos aqui para manifestar nossa luz. 

Uma única vela acesa rompe a escuridão.

Se você for alguém influente na política, seja luz. Se você for influente na educação, seja luz na educação. 

Se for dono de um quiosque na praia, coloque amor ao preparar os sanduiches.

Onde quer que esteja, faça o seu melhor.

Pare de desperdiçar sua energia julgando, polarizando, atacando. 

Isso não resolve. Apenas aprofunda esse véu de separatividade e cega a todos nós.

Essa é a última tentativa da sombra de nos afastar de nós mesmos.

Temos um poder imenso e tudo pode se transformar se formos sábios e corajosos para fazer a única coisa que nos cabe.

Não se deixe iludir pelo que vê à sua volta. 

Respire. 

Faça o seu melhor. 

Vibre a luz que você é.

E confie.

Estamos a caminho.


(Texto da psicóloga Patrícia Gebrim)




Casa de mãe depois que os filhos se vão



Casa de mãe depois que os filhos se vão é um oratório.

Amanhece e anoitece prece.

Já não temos acesso àquelas coisinhas básicas do dia a dia, as recomendações e perguntas que tanto a eles desagradavam e enfureciam: com quem vai, onde é, a que horas começa, a que horas termina, a que horas você chega, vem cá menina, pega a blusa de frio, cadê os documentos, filho.

Impossibilitados os avisos e recomendações, só nos resta a oração, daí tropeçamos todos os dias em nossos santos e santas de preferência, e nossa devoção levanta as mãos já no café da manhã e se deita conosco.

Casa de mãe depois que os filhos se vão é lugar de silêncio, falta nela a conversa, a risada, a implicância, a displicência, a desorganização. 

Falta panela suja, copos nos quartos, luzes acesas sem necessidade...aliás, casa de mãe depois que os filhos se vão vive acesa. É um iluminado protesto a tanta ausência.

Casa de mãe depois que os filhos se vão tem sempre o mesmo cheiro. 

Falta-lhe  o perfume que eles passam e deixam antes da balada, falta cheiro de shampoo derramado no banheiro, falta a embriaguez  de alho fritando para refogar arroz, falta aroma da cebola que a gente pica escondido porque um deles não gosta ( mas como fazer aquele prato sem colocá-la?), falta a cara boa raspando o prato, o "isso tá bão, mãe".  

O melhor agradecimento é um prato vazio, quando os filhos ainda estão. Agora falta cozinha cheia de desejos atendidos.

Casa de mãe depois que os filhos se vão é um recorte no tempo, é um rasgo na alma. 

É quarto demais, e gente de menos. 

É retrato de um tempo em que a gente vivia distraída da alegria abundante deles. 

Um tempo de maturar frutos, para dá-los a colher ao mundo. 

Até que esse dia chega, e lá se vai seu fruto ganhar estrada, descobrir seus rumos, navegar por conta própria com as mãos no leme que você, um dia, lhe mostrou como manejar.

Aí fica a casa, e nela, as coisas que eles não levam de jeito nenhum para a nova vida, mas também não as dispensam: o caminhão da infância, a boneca na porta do quarto, os livros, discos, papéis e desenhos e fotografias - todas te olhando em estranha provocação.

Casa de mãe depois que os filhos se vão não é mais casa de mãe. É a casa da mãe.  Para onde eles voltam num feriado, em um final de semana, num pedaço de férias.

Casa de mãe depois que os filhos se vão é um grande portão esperando ser aberto. 

É corredor solitário aguardando que eles o atravessem rumo aos quartos. 

É área de serviço sem serviço.

Casa de mãe depois que os filhos se vão tem sempre alguém rezando, um cachorrinho esperando, e muitos dias, todos enfileirados, obedientes e esperançosos da certeza de qualquer dia eles chegam e você vai agradecer por todas as suas preces terem sido atendidas.

Porque, vamos combinar, não é que você fez direitinho seu trabalho, e estava certo quem disse que quem sai aos seus não degenera e aqueles frutos não caíram longe do pé?

E saudade, afinal, não é mesmo uma casa que se chama mãe?


(Miryan Lucy Rezende)





Quem inventou a saudade?

Como se faz para tocar a alma?

Existem coisas que para mim precisam ter explicações, mas também se não tiverem vou continuar tentando entender.

Tenho um coração maior do que eu, maior que meus sonhos.

Parece que ele mesmo nem cabe em mim.

Nunca sei a altura de minha risada quando estou feliz nem o tamanho de meus sonhos.

E por falar em sonhos, sonhos pra mim é aquilo que vou realizar quando eu rabiscar meus desejos no papel e eles saírem correndo direto para meu coração.

E olha que tenho muitos sonhos que rabisco, leio, releio, prego na parede para eu olhar todos os dias e lembrar que ali estão os meus desejos mais secretos.




(Ita Portugal))

04 setembro 2018

Pra você mamãe, onde você estiver



Agora você é uma estrelinha no céu...

*

Não chores diante do meu túmulo 


Não chores diante do meu túmulo
Eu não estou lá
Eu não durmo
Eu sou os mil ventos que sopram
Eu sou o diamante que cintila na neve
Eu sou o sol nos grãos maduros
Eu sou a suave chuva de outono
E quando acordares no silêncio da manhã
Eu sou a prontidão inspiradora das aves tranquilas circulando em voo
Eu sou as estrelas que brilham suave na noite
Não chores diante do meu túmulo
Eu não estou lá  

(Mary Elizabeth Fry)