"Nós não somos seres humanos tendo uma experiência espiritual. Somos seres espirituais tendo uma experiência humana"

(Teillard de Chardin)

26 abril 2011

Cuidado com seus pensamentos!


Quando pensamos, as vibrações de nossos pensamentos atuam sobre as energias condensando ou dispersando-as, dando-lhes formas, cores, brilhos que correspondem a natureza do que pensamos.

São as chamadas formas-pensamento.

Podem ser criadas por encarnados ou desencarnados com características boas ou ruins, positivas ou negativas.

São resultado da ação da mente, sobre as energias mais sutis que estão a nossa volta. As energias que nos rodeiam são altamente plásticas e sensíveis a ação das ondas mentais.

Se um pensamento é passageiro, muitas vezes nem chega a criar nada, ou se cria, a forma se esvai por falta de alimentação energética.

Mas se o pensamento é repetitivo, uma forma pensamento é alimentada, ficando cada vez mais forte.

Se ela for positiva, sadia, elevada, ela só se alimentará de pensamentos da mesma vibração positiva do seu criador, ao mesmo tempo que alimentará os fluídos agregados, por sintonia de outras mentes e formas pensamentos do mesmo teor.

No entanto, se for uma forma-pensamento negativa, densa, doentia, ela também se alimentará dos pensamentos do seu criador e por sintonias agregadas de outras mentes doentias.


Toda criação se inicia através do pensamento, que pode ser bom ou não, porque todo pensamento carrega energia e possui uma forma. Essa teoria é a forma-pensamento.

A forma-pensamento é uma energia mental moldada pelo espírito, ou seja, é feita de matéria sutil no plano sutil (invisível aos olhos).

Essas formas tem padrão vibratório correspondente à qualidade do pensamento emitido, e que são propagados ao nosso redor. Possuem cor e som, mas não podemos ve-las ou ouvi-las, com exceção de algumas pessoas que tem capacidade para tal. 

Cada pensamento produz uma forma. Por isso devemos vigiar a qualidade de nossos pensamentos.

Quando ele visa uma outra pessoa, viaja em direção a essa. Se é um pensamento pessoal, permanece na vizinhança do pensador. Se não pertence nem a uma, nem a outra categoria, anda errante por um certo tempo e pouco a pouco de descarrega, se desfazendo no éter. 

Cada um de nós deixa atrás de si, por toda parte onde caminha, uma série de formas-pensamentos. Nas ruas flutuam quantidades inumeráveis. Caminhamos no meio deles.

Por meio dessas formas que criamos através dos nossos pensamentos, atraímos para perto de nós energia correspondente, consciente ou inconscientemente, seres elementais, que vivem no mundo astral, das emoções, podendo ser benéficos ou maléficos, conforme a qualidade e força da vibração de cada forma-pensamento que produzimos.

Um pensamento de cólera, por exemplo, emite uma cor relâmpago vermelha e chama à si elementais que se projetam para quem os atrai, e um deles, penetra a forma-pensamento e dá-lhe atividade independente, de um gênero destrutivo e desorganizador.

As formas-pensamento têm período de vida correspondente à quantidade de energia que colocamos nela e do tempo que a alimentamos com essa energia, que se mantém através da repetição do mesmo pensamento.

A partir do momento que essas formas são vitalizadas, ou seja imbuídas de vida própria, fazem de tudo para sobreviver e se atrelam ao seu criador de forma magnética, provocando-o a repetição, que é seu alimento.

Mas como tudo isso foi criado e produzido pelos nossos pensamentos e sentimentos, podemos, alterar conscientemente, através de práticas carregadas de luz divina, que destruirão as formas-pensamento de vibração menos elevadas.

É dessa forma que colocamos formas auto-criadas povoando o mundo ao nosso redor de: desejos, paixões, impulsos, invejas, cóleras ou seja criando um ambiente negativo.

Mas também se quisermos poderemos criar elementais de: amor, compaixão, generosidade, indulgência, tolerância, afetividade, lucidez, caridade e consequentemente equilíbrio e paz, porque segundo a "grande lei" estamos sujeitos à tudo aquilo que criamos.

Através do livre arbítrio, você escolhe os pensamentos, consequentemente, gera uma vibração relativa àquela forma-pensamento correspondente, e viverá atrelada à ela até optar pela mudança.

Desta maneira, nós sempre respondemos pelos nossos atos, ou seja arcamos com as consequências.


Quantos de nós somos responsáveis pelas dificuldades por que passamos!

Quantas vezes, devido a nossa imprudência, atraímos situações que nos causam sofrimento, que poderíamos evitar se vivêssemos com maior lucidez espiritual.

Quantas vezes geramos pensamentos de medo, acreditando que somos incapazes de superar determinada situação, nos sentindo cada vez mais fracos. E o que é pior, passamos a usar drogas ou medicamentos na ânsia de acabar com nossa angústia.

Isso quando não acreditamos que alguém fez magia negra contra nós ou que estamos sendo obsediados. Na maioria das vezes, nós mesmos é que somos os culpados. Podemos chamar isso de auto-obsessão.

E quando determinada idéia é constante em nossa mente acabamos gerando as formas-pensamento.



As formas-pensamento irão permanecer em torno do nosso campo mental, “gravitando” ao nosso redor, pois nós as alimentamos com nossa energia. Elas parecem ter vida própria, mas na verdade obedecem automaticamente a determinados padrões de manifestação, alguns, inclusive, que fazem parte do inconsciente coletivo.

Muito médiuns clarividentes as confundem com espíritos, mas não são.

O processo de autoconhecimento é eterno.

Trabalhemos sempre nele para que possamos nos libertar da cadeia de sofrimento em que vivemos.

Fontes: