"Nós não somos seres humanos tendo uma experiência espiritual. Somos seres espirituais tendo uma experiência humana"

(Teillard de Chardin)

30 abril 2013

Qual o tamanho de Deus?



Um garoto perguntou ao pai:
-Qual é o tamanho de Deus?
Então ao olhar para o céu o pai avistou um avião e perguntou ao filho:
-Que tamanho tem  aquele avião?
O menino disse:
-Pequeno, quase não dá para ver.
Então  o pai o levou  a um aeroporto, e ao chegar perto de um avião perguntou:
-E agora qual o tamanho desse?
E o filho surpreso respondeu:
-Nossa pai  esse é enorme!
O pai então disse:
-Assim é Deus, o tamanho vai depender da distância que você estiver dele. Quanto mais perto estiver, maior Ele será na sua vida.

(autor desconhecido)

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Você não é seu corpo!



28 abril 2013

Os amores de Maria



Maria's eyes - linda música do filme "Os amores de Maria", de 1984.




I never felt my heart until I looked into your eyes
I never dared to dream until I looked into your eyes
I never thought the joys of love could touch a gypsy like me
Once alone and so free, now my heart longs for you

I never felt the sun until I looked into your eyes
I thought the race was won and then I looked into your eyes
I never needed anyone to sing the songs that I sing
Now the words only ring if I sing them to you

My love is there in your eyes
My soul is bare in your eyes
If I could gaze in your eyes ever more
-it's the dream I live for-
You can open the door

I led a life of crime and then I looked into your eyes
My heart became a prisoner when I looked into your eyes
I fell beneath your gaze and felt as though my lies had been seen
All my sins became clean
What a fool I have been

My love is there in your eyes
My soul is bare in your eyes
If I could gaze in your eyes ever more
-it's the dream I live for-
You can open the door to love

*

Minhoquices...


Ajuda-me



Senhor,

Ajuda-me a dizer a verdade diante dos fortes e a não dizer mentiras para ganhar o aplauso dos fracos.

Se me dás fortuna, não me tires a razão. Se me dás o sucesso, não me tires a humildade. Se me dás humildade, não me tires a dignidade.

Ajuda-me a enxergar o outro lado da moeda, não me deixes acusar o outro por traição aos demais, apenas por não pensar igual a mim.

Ensina-me a amar aos outros como a mim mesmo. Não deixes que me torne orgulhoso se triunfo, nem cair em desespero se fracasso.
Mas recorda-me que o fracasso é a experiência que precede ao triunfo.

Ensina-me que perdoar é um sinal de grandeza e que a vingança é um sinal de baixeza.

Se não me deres o êxito, dá-me forças para aprender com o fracasso.

Se eu ofender ás pessoas, dá-me coragem para desculpar-me e se as pessoas me ofenderem, dá-me grandeza para perdoá-las.

Senhor, se eu me esquecer de ti, nunca te esqueças de mim.


Ghandi


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Ninguém está sozinho. 
A assistência espiritual existe e tem prestado incontáveis serviços às pessoas, numa demonstração de que a vida é amor e bondade, mas jamais se prestará a fazer por elas a parte que lhes cabe.

Zíbia Gasparetto

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Lua de Pequim - Ivan Lins


27 abril 2013

Sem palavras...


Franz Kafka e a importância de ler...



Precisamos de livros que nos afetem como um desastre, que nos angustiem profundamente, como a morte de alguém que amamos mais do que a nós mesmos, como ser banidos para florestas distantes de todos, como um suicídio. Um livro tem que ser o machado para o mar congelado dentro de nós.

Franz Kafka

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Pra quem ama ler...


Deus e o lápis...


25 abril 2013

Pais e filhos




É muito difícil um espírito encarnar em uma família e não possuir vínculo com nenhum dos integrantes, quase sempre existem laços de amor ou ódio, construídos sobre experiências edificantes ou dolorosas.

Os comparsas de delitos voltam para que os ajudem na sua recuperação. O ódio precisa ser extirpado para que as sementes de amor encontrem terreno fértil nos corações envolvidos em histórias de vingança e maldade.

Como o próprio Cristo nos informou, somente quando o espírito não possuir dívidas cármicas com outros irmãos é que ele poderá passar para a próxima etapa da sua evolução.

Não existe regra para o grau espiritual do filho que se ligará aos pais, podemos ter compromissos espirituais com espíritos delinqüentes ou merecimento para receber um luminar em nosso lar. 

Casais boníssimos podem ser utilizados pela misericórdia de Deus para ajudar espíritos rebeldes a se recuperarem do lodo em que se afundaram.

Quando o espírito se aproxima dos pais, logo antes de reencarnar, é possível que suas vibrações os atinjam e que as lembranças remotas voltem a tona. 

O pai de hoje pode ser o inimigo do passado, a mãe pode lembrar do desfiladeiro de paixões inferiores que o seu atual filho a levou em vidas anteriores. 


É por esse motivo que algumas vezes a espiritualidade tem que agir antes de uma encarnação para minimizar esses sentimentos e criar um ambiente favorável para a volta do espírito.

Sensações agradáveis ou angustiosas podem vir a tona, contudo, os pais devem lembrar de compromissos assumidos e da misericórdia para com aquele que pede um chance para voltar e se redimir.

Não imaginem que o espírito que reencarna é o único devedor, em muitos casos os pais possuem responsabilidades enormes pela atual situação espiritual do espírito que reencarna.

A gravidez geralmente é notificada a pelo menos um dos participantes, dependendo é claro da situação espiritual que se encontram. Muitos lembram vagamente dessa informação, guardando para si ou até compartilhando com o companheiro(a) .

É comum, mas não uma regra, que haja um encontro entre os participantes da tarefa, ou seja, pai, mãe e o novo filho. 

Se os pais encontram-se mergulhados em baixas vibrações o encontro também é evitado, pois isso acabaria piorando a situação.

Pode também ocorrer uma aproximação espiritual entre o reencarnante e a familia, ele passa a freqüentar o seu futuro ambiente domestico, se afinizando vibratoriamente, principalmente com a futura mãe, com quem compartilhará emoções, pensamentos e impressões durante os nove meses de gravidez.


A aproximação do filho pode trazer vários benefícios para os pais, entre eles podemos citar:


- Harmonização Física e Emocional – Se houver autorização os espíritos auxiliarão na transformação vibratória do ambiente doméstico e na saúde dos pais, que devem estar em uma condição mínima para doarem de forma satisfatória as sementes da vida.

- Auxilio Material – Os próprios méritos do espírito que reencarna e a misericórdia de Deus podem atuar no plano físico, criando oportunidades para que os pais adquiram uma condição material satisfatória para garantir a criação do seu futuro filho.

- Cura – Pode ocorrer a cura de um dos cônjuges para garantir a criação do filho, existem doenças e desequilíbrios espirituais que a gravidez cura.


Essas etapas não são obrigatórias, a intensidade de cada uma varia muito com a situação e o merecimento do grupo. 

Podemos ter, por exemplo, um espírito com sérios compromissos com o pai, imaginemos que ele assassinou o pai em uma vida passada, nesse caso é importante que a aversão instintiva que existe entre ambos seja minimizada, caso contrário todo o processo pode ser comprometido.

O capitulo 13 do livro Missionários da Luz (Reencarnação), de André Luiz, traz um ótimo exemplo da preparação que algumas vezes se faz necessária para a volta do espírito.


por Gustavo Martins
Coluna: Em Busca da Verdade
Grupo PAS


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Sobre reencontros...


23 abril 2013

Atraímos o que vibramos - por que somos tão vampirizados energeticamente?


  
Não temos como negar, na maioria dos dias, ao final da tarde, normalmente nos sentimos esgotados.

É comum vir aquele cansaço, aquela tensão, até uma dorzinha de cabeça e mal estar estomacal.

Também vem a falta de paciência e o desânimo. O motivo: estamos exauridos de energia, ou melhor, dizendo, fomos sugados.

Qual é a causa para tantas perdas de energia? Por que somos tão vampirizados na nossa rotina de vida?

São muitos os fatores que podem promover os roubos energéticos, mas alguns são mais marcantes, logo significativos.

Antes de tudo é importante dizer que o corpo físico humano só existe e se mantém graças a uma força vitalizadora essencial que alguns chamam de fluido vital, outros de prana ou simplesmente Ki.

São muitos os nomes dados ao longo da história da humanidade, mas o fato principal é que somos energia.

A força vital que nos alimenta recebe influencia direta dos pensamentos e sentimentos que desenvolvemos durante o dia, e é aí que residem os principais detalhes a serem observados quando o assunto for roubo de energia.

Pensamentos e sentimentos ruins prejudicam intensamente a qualidade da energia que abastece o campo de energia humano.

Da mesma forma, pensamentos e sentimentos positivos promovem a manutenção desta bioenergia.




O problema é que somos seres muito emocionais, o que quer dizer, que facilmente entramos de cabeça em uma ou outra emoção intensa, e estas por sua vez, são como fogos de artifícios que explodem, expandem-se e movimentam-se freneticamente.

Quando essa explosão de emoções acontece, seja pelo motivo que for, há um consumo excessivo de energia vital e a bioenergia humana se desequilibra.

Então junte todos esses acontecimentos do dia, enumere-os um a um, e perceba que esses eventos são muito comuns na vida da esmagadora maioria das pessoas deste mundo.

Seu time perdeu nos pênaltis, você sente num estado nervoso...Você se desgasta.

Você assiste a uma notícia muito ruim na televisão e sofre com isso... Você se desgasta.

Você sente raiva no trânsito... Você se desgasta.

Você sente medo de não conseguir pagar as suas contas... Você se desgasta.

Você se chateia com um amigo, parente ou cônjuge... Você se desgasta.

Você julga o comportamento alheio, faz muitas críticas... Você se desgasta.

Você reclama da vida, do seu cabelo, do seu cansaço... Você desgasta.



Todos esses eventos comuns na vida da maioria das pessoas são os principais responsáveis pelo estado de exaustão energética que normalmente nos encontramos ao entardecer.

Este fator contribui muito para o aumento da intolerância, do estresse, da raiva, da falta de amor e das doenças físicas e emocionais no mundo.

Mas a principal causa de tudo isso é o esquecimento... Esquecer quem somos, de onde viemos e qual a nossa missão aqui na Terra. 

Ter emoções é humano!

Mas aprender a controlá-las também é uma habilidade humana de uma pessoa que esteja em sintonia com ela mesma, com a sua essência ou Eu interior.

Não podemos mais viver no “piloto automático”, sem pensar nossos propósitos e sem cuidar da nossa alma.

Podemos nos encontrar com a nossa essência no banco do trem, avião ou metrô, na fila de um banco e até mesmo em pequenos intervalos de um ou dois minutos que temos antes e depois das refeições.

Não devemos fechar os olhos apenas para dormir, mas para olhar para dentro. Precisamos aprender a ouvir o que a nossa essência fala. E ela fala!

Podemos dar inúmeras dicas que são incríveis para reverter esse processo de exaustão energética, ou como dizemos na comunidade espiritualista, vampirismo energético. Mas a principal dica, ou melhor, a causa raiz do problema é que deve ser observada: o esquecimento de quem somos e da nossa essência.

Volte-se para você durante o seu dia, ouça a voz da sua consciência, respire fundo alguns minutos, eleve-se a Deus, faça uma oração do seu jeito e desenvolva a gratidão.

Se você tomar essas práticas como uma rotina, em uma semana você já será uma nova pessoa.

Pode fazer o teste!


Jose Carlos Medeiros de Araujo




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Dica de livro: "A linguagem de Deus", de Francis Collins






O biólogo americano Francis Collins é um dos cientistas mais notáveis da atualidade. 

Diretor do Projeto Genoma, bancado pelo governo americano, foi um dos responsáveis por um feito espetacular da ciência moderna: o mapeamento do DNA humano, em 2001.

Desde então, tornou-se o cientista que mais rastreou genes com vistas ao tratamento de doenças em todo o mundo.

Collins também é conhecido por pertencer a uma estirpe rara, a dos cientistas cujo compromisso com a investigação do mundo natural não impede a profissão da fé religiosa.

Alvo de críticas de seus colegas, cuja maioria nega a existência de Deus, Collins decidiu reagir. No livro The Language of God (A Linguagem de Deus), o biólogo conta como deixou de ser ateu para se tornar cristão aos 27 anos e narra as dificuldades que enfrentou no meio acadêmico ao revelar sua fé.

"As sociedades precisam tanto da ciência como da religião. Elas não são incompatíveis, mas complementares", explica o cientista.



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Abaixo alguns trechos interessantes para nossa apreciação:


[...] Os milagres não se afirmam como um conflito inconciliável para quem acredita na ciência como uma forma de investigar o mundo natural e para quem enxerga que esse mundo é regido por leis.

Se, assim como eu, você admite que possa existir algo ou alguém fora da natureza, não acredita que haja motivo lógico para essa força não poder, em raras ocasiões, representar uma invasão.

Entretanto, para que o mundo evite cair gradualmente no caos, milagres precisam ser bastante incomuns. 

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Como C. S. Lewis escreveu:

Deus não agita milagres na natureza de forma aleatória, como se os jogasse com um saleiro. 
Milagres surgem em ocasiões especiais: são encontrados nos grandes tumores da história — não na história política ou social, e sim naquela história espiritual que não pode ser totalmente conhecida pelos homens.
Se sua vida não se assemelha a esses grandes tumores, como você espera presenciar algum?

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Vemos aqui não somente um argumento sobre a raridade dos milagres, mas também um argumento de que estes devem ter alguma finalidade em vez de representar os atos sobrenaturais de um mágico extravagante, simplesmente elaborados para impressionar.
Se Deus é a personificação definitiva da onipotência e da bondade, sua função não é a de trapacear.

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Citando  Lewis:

Se houve um poder controlador fora do universo, este não poderia apresentar-se a nós como um dos fatos que fazem parte do universo — assim como o arquiteto de uma casa não é, de fato, uma das paredes, ou a escada, ou a lareira dessa casa.
A única maneira pela qual podemos esperar que ele se mostre é dentro de nós, como uma influência ou um comando tentando fazer com que nos comportemos de determinado modo. E é isso que encontramos dentro de nós.
Sem dúvida, isso não deveria levantar suspeitas.


(extraído do livro  “A linguagem de Deus”, de Francis Collins)


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Dica de livro: “Adeus, por enquanto” - Laurie Frankel



E se o amor continuasse além da vida?

Laurie Frankel, a talentosa autora de "Atlas do amor", inova em seu segundo romance, no qual conta a história do jovem casal que estendeu seu amor para além dos limites da vida.

Não é milagre e nem magia, é pura ciência da computação!

Graças ao software que Sam Elling, um divertido programador do MIT, desenvolve, torna-se possível conversar com projeções perfeitas de pessoas queridas que morreram.

Assim, ele ajuda sua namorada a superar a perda recente da avó.
Esta é uma história de amor do século XXI, encantadora e original, que nos faz pensar na vida (real e virtual) e na morte, nas paixões e nas perdas.

Se de fato nada dura para sempre, talvez o amor desafie a ordem natural, e dizer adeus pode ser apenas um começo.

Editora  Paralela.

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Última Passagem



Olá.

Aqui me apresento sob a orientação da Espiritualidade Superior, que me pede para registrar a minha última passagem à condição de espírito liberto.

Lembro-me bem, apesar do grande intervalo de tempo terrestre que já se passou, dado ao sofrimento e angústia que isto me causou.

Não tive consciência da minha morte física. Para mim, ainda pertencia ao mundo dos vivos.

Estava voltando do trabalho quando fui acometido de um infarto fulminante. Senti uma tremenda dor no peito, que me levou ao chão.

A dor logo passou, ergui-me, uma certa tonteira, um breve escurecer de vista e pronto. Segui adiante, rumo à minha casa.

Chegando lá, começaram os meus problemas. 

Custei a poder entrar, pois minha chave parecia não servir mais.
Até cabia na fechadura, mas virava em falso.
Bati, chamei, gritei e nada. Ninguém veio abrir.

Quando meu filho chegou, entrei junto com ele e ele nem se importou com as minhas reclamações.

E assim foi por dias. 

Em casa e no trabalho as pessoas falavam e eu não entendia, eu falava e elas não me respondiam. 

Por vezes eu chegava a gritar perto delas e o máximo que conseguia fazer era causar algum abalo emocional, que só eu percebia. 

Os demais continuavam em seus afazeres com se eu não estivesse ali. Compreendi que alguma coisa estava errada, mas não sabia definir o que eu havia feito de tão grave para ser tratado com tamanho desprezo por todos.

Um dia, surpreendi-me ao ver minha casa repleta de vultos escuros, que escarneciam de tudo e de todos. 

Estes infelizes "grudavam" em todos de minha família e divertiam-se ao ver-me lutar em vão para separá-los e expulsá-los. 

Chegaram a dizer-me que sempre estiveram por ali e que eu é que não conseguia vê-los antes.

Meu mundo estava de pernas para o ar. Além de minha esposa e filhos não me darem mais atenção, a fome e o frio estavam presentes o tempo todo. Nada que eu fizesse acalmava estas sensações.

Comecei a desconfiar que eu podia esta "morto" ao dar de cara com meu velho pai, que já havia partido há muito tempo. Nesta ocasião, saí correndo para a rua em pânico, crendo estar louco.

Assim meus dias foram se passando.

Aos poucos o sofrimento foi me chamando à realidade, trazendo à minha mente alguns preciosos ensinamentos  religiosos do passado, como se eu pudesse ouvir de novo a voz de minha mãe e da professora de catecismo falando-me sobre Deus, sobre Jesus e ensinando-me a orar.

O resto é prosa. 

Meu pai finalmente conseguiu aproximar-se de mim e levou-me dali.

Fica aqui o meu relato, na tentativa de alertar a todos que vivam no Amor e na Caridade e que, sobretudo, creiam em Deus e na continuidade da vida.

Desejo que todos aprendam, em seus corações, as lições que Jesus nos deixou para que não sejam, como eu fui, surpreendidos por sua própria ignorância.

Boa noite a todos.

Um amigo.

(Psicografado por: Cleber P. Campos)


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22 abril 2013

Pelo Planeta Terra...



Uma homenagem ao "Dia Internacional da Mãe Terra".  


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Pai Nosso..
Criador de tudo, ouvi nossas orações!
Perdoai nossas ofensas à Amada Mãe Terra!
Vos rogamos, aceitai nossas orações de arrependimento, e Curai aquilo que não soubemos valorizar plenamente.
Despertai em todos os corações o amor e a responsabilidade por nosso lar terrestre.
Que os seus rios possam correr livremente, claros e límpidos!
Que os seus oceanos possam contar com vida saudável!
Que as suas florestas mostrem o seu canto livres de poluição!
Amado Senhor, nós Vos requisitamos as legiões de anjos necessários para ajudar a curar este planeta maravilhoso, e pedimos que inspirai as pessoas a inventar sistemas para conviverem em harmonia com a criação divina, ao invés de ofendê-la.
Humildemente Vos pedimos isto Em nome de Vosso Amado Filho, Jesus, o Mais Sagrado Cristo.
Assim Seja!





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21 abril 2013

Oração do crer



Em ti Senhor, eu deposito as minhas esperanças,
mas lhe peço, que isto não me torne um conformado,
por isso, arregaço às mangas e vou à luta,
segurando em mãos poderosas, invisíveis,
mas firmes o bastante para me sustentar.

Em Ti senhor, eu confio e me entrego,
mas te peço que não me faltem forças,
diante das dificuldades que eu sei que virão.
Mesmo agora, diante dos tropeços,
apenas me sustente, me ajude a levantar.
De pé e com a Tua mão, sou mais forte,
sou capaz de ver o mundo com outra cor.

Em Ti Senhor, eu deposito,
meu único e maior tesouro, a minha vida,
pois com o livre-arbítrio que o Senhor me deu,
posso dá-la a quem quiser,
posso ir para a direita ou para a esquerda,
passar pela porta ou sentar mendigando.
E eu, por crer em Ti, resolvi seguir adiante,
lutar para dar mais um passo, longe da ilusão das coisas fáceis,
do brilho do “ouro dos tolos”, dos falsos ídolos,
e das palavras doces dos querem apenas roubar,
eis me aqui, pronto para Te adorar.

Em Ti, eu repouso e trabalho,
e sigo amando, ainda que não me amem;
trabalhando, ainda que não reconheçam,
pois só de Ti espero justiça,
e sei que posso confiar.
Eis a vida, o caminho, a verdade,
a Luz do mundo é o Teu brilho.
Nesse amado Jesus, que é Teu filho,
me encontro, mesmo sem entendê-lo,
pois Ele é a perfeição,
e eu, apenas emoção,
eterno aprendiz do Universo.

Em ti, eu creio, sigo e venço.
Para sempre, amém.

Paulo Roberto Gaefke


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Aos amigos do blog!


Após invasão, blog recuperado...
Feliz!...

Wania

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I'll be over you - Toto


10 abril 2013

Nunca mais nascer...






Quando existe o desejo de nunca mais nascer,
quando a idéia da reencarnação parece uma maldição,
quando existe o desejo que tudo termine,
é porque o cansaço da luta está forte
e a satisfação pequena.
É necessário amparar e abraçar
como fazemos com as crianças
e esquecemos de fazer com os adultos.
É preciso recomeçar nesta vida,
ser diferente para ter resultados diferentes.
Mas, se nesta vida não conseguir renascer,
na reencarnação haverá preparo e oportunidade.
Jamais uma encarnação será como a outra;
todavia, o espírito será o mesmo.
O aprendizado facilita tudo,
por isto é tão importante renascer em vida;
aprender e evoluir.

(Regis Mesquita)


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A Terra



 A Terra é um magneto enorme, gigantesco aparelho cósmico em que fazemos, a pleno céu, nossa viagem evolutiva.

Comboio imenso, a deslocar-se sobre si mesmo e girando em torno do Sol, podemos comparar as classes sociais que o habitam a grandes vagões de categorias diversas.

De quando em quando, permutamos lugar com os nossos vizinhos e companheiros.

Quem viaja em instalações de luxo volta a conhecer os bancos humildes em carros de condição inferior.

Quem segue nas acomodações singelas, ergue-se, depois, a situações invejáveis, alterando as experiências que lhe dizem respeito.

Temos aí o símbolo das reencarnações.

De corpo em corpo, como quem se utiliza de variadas vestiduras, peregrina o Espírito de existência em existência, buscando aquisições novas para o tesouro de amor e sabedoria que lhe constituirá divina garantia no campo da eternidade.

Podemos, ainda, filosoficamente, classificar o Planeta, com mais propriedade, tomando-o por nossa escola multimilenária.

Há muitos aprendizes que lhe ocupam as instalações, na expectativa inoperante, mas o tempo lhes cobra caro a ociosidade, separando-os, por fim, de paisagens e criaturas amadas ou relegando-os à paralisia ou à cristalização, em largos despenhadeiros de sombra.

Outros alunos indagam, dia e noite...e, com as perquirições viciosas, perdem os valores do tempo.

Imaginemos um educandário, em cuja intimidade comparecessem os discípulos de primária iniciação, exigindo retribuições e homenagens, antes de se confiarem ao estudo das primeiras lições.

O menino bisonho não poderia reclamar esclarecimentos, quanto à congregação que dirige a casa de ensino onde está recebendo as primeiras letras.

E, ante a grandeza infinita da vida que nos cerca, não passamos de crianças no conhecimento superior.

Vacilamos, tateamos e experimentamos, a fim de aprender e amealhar os recursos do Espírito.

Compete-nos, assim, tão-somente, um direito:  -   o direito de trabalhar e servir, obedecendo às disciplinas edificantes que a Sabedoria Perfeita nos oferece, através das variadas circunstâncias em que a nossa vida se movimenta.

Ninguém se engane, julgando mistificar a Natureza.

O trabalho é divina lei.

Pesquisar indefinidamente, na maioria das vezes é disfarçar a preguiça intelectual.

A vida, porém, é ciosa dos seus segredos e somente responde com segurança aos que lhe batem à porta com o esforço incessante do trabalho que deseja para si a coroa resplandecente do apostolado no serviço.

(Emmanuel / Francisco Cândido Xavier)


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07 abril 2013

Amigo imaginário e a Espiritualidade



Amigo imaginário ou real?


A psicologia afirma, mas ao mesmo tempo, alerta: "Os amigos imaginários tendem a desaparecer por volta dos sete e oito anos de idade, quando as crianças começam a interagir com amigos do mundo real. Por isso, se a brincadeira se estender por muito tempo, recomenda-se consultar um especialista".

O amigo invisível, oculto ou imaginário, que algumas crianças afirmam manter contato através do diálogo e até mesmo da brincadeira, geralmente, passa despercebido pelo campo visual dos pais, que acabam atribuindo a situação à fantasia infantil.

No entanto, para as psicoterapias de abordagem interdimensional, cuja práxis é fundamentada na crença da imortalidade do espírito, uma criança que mantém um diálogo com um amigo, considerado invisível aos olhos dos pais, pode representar um contato realizado por intermédio de sua sensibilidade supra sensorial, ou seja, mediunidade.

Nestes últimos anos, temos atendido vários casos de adultos que afirmavam estabelecer conversas sigilosas com seu amigo e outras entidades espirituais na infância. 

O sigilo era mantido devido à contrariedade dos pais diante do fato, que acontecia através de reprimenda, ameaças, zombaria ou até mesmo de aplicação de "corretivos" físicos ou castigos. 

Os anos foram passando para estas pessoas e, apesar da experiência repressora na infância, os contatos continuaram a ocorrer, com ou sem permissão dos médiuns. Era algo que fluía ao natural e que interferia nas suas vidas privadas.

Alguns casos acabaram com o diagnóstico de esquizofrenia e tratamento à base de substâncias químicas, cujo efeito tende a bloquear o que é considerado alucinação. 

Porém, as pessoas continuavam de uma forma mais ou menos intensa, a ter experiências visuais e auditivas com seres invisíveis para a maioria dos humanos.


Na psicoterapia interdimensional, cada caso é acompanhado e tratado com o respeito que merece, isto é, considerando-se o histórico de pessoas portadoras de mediunidade em desequilíbrio, envolvidas numa experiência que tem proporcionado transtornos desde a infância. 

Entre estes indivíduos, alguns apresentam diagnóstico de síndrome do pânico e depressão, acompanhados de seus respectivos tratamentos químicos que não apagavam completamente da percepção supra sensorial os registros quase que diários de suas sensibilidades especiais. 

Outros, simplesmente se negaram a tomar remédios e conseguiram lidar razoavelmente com as suas experiências mediúnicas, embora continuassem a interferir em suas vidas privadas e profissionais.

Um caso que atualmente estamos tratando é típico e ocorre muito mais do que imaginamos. 

Trata-se de um jovem de 23 anos que desde criança convive com a mediunidade de vidência e audiência, sem, no entanto, a experiência ter afetado a sua vida a ponto de prejudicá-lo nos estudos e nas relações afetivas. 

Contudo, sem entender a fundo o que vem ocorrendo desde a infância, ele desenvolveu um medo que manifesta-se disfarçado de sintomas depressivos, como a ansiedade. 

Por este motivo, ele resolveu procurar uma psicoterapia que não adotasse tratamento químico e que fosse de abordagem interdimensional.

No momento, estamos estabelecendo, através do processo psicoterapêutico, as conexões necessárias entre o seu histórico infantil na relação parental com as suas experiências supra sensoriais na infância. 

Detectando sentimentos mais intensos para mais adiante buscarmos a sintonia com episódios registrados pela sua memória extracerebral através da regressão. 

Como tratamento auxiliar, sugerimos florais, que são essências de flores que atuam sutilmente nos sentimentos negativos e pensamentos fixos, geradores de ansiedade, tristeza e angústia, entre outros.


O relato de experiência, que descrevemos a seguir, é apenas um entre dezenas que recebemos anualmente por e-mail ou encontramos pela internet em sites afins, e que expressa a dúvida que paira sobre os casos que envolvem o amigo imaginário na infância.

"O caso aconteceu comigo, não sei se realmente foi sobrenatural, porém, até hoje me intriga muito. 
Sou filha única por parte de mãe e como meu pai sempre morou em outra cidade, não fui criada com meus meio-irmãos. 
Por isso, fui criada meio que sozinha, sem outras crianças com quem brincar. 
E como acontece com muitas delas na faixa dos quatro anos, tinha amigos imaginários. 
O fato estranho é que ao fazer uma pesquisa e perguntar a minha tia que é psicóloga, notei algumas diferenças no meu caso, pois quando uma criança cria um amigo imaginário, normalmente é só um amigo que ela sabe não ser real. 
No entanto, lembro até hoje dos meus amigos, já que eram dois garotos com quase a mesma idade que eu. 
Lembro deles como se fossem reais. Lembro dos seus rostos e nomes. 
Um era Rodrigo e o outro chamava-se Dario (nunca vi ninguém com esse nome). 
Recordo das brincadeiras e do fato estranho de que somente fui amiga deles quando morava na minha primeira casa. 
Naquela ocasião, lembro de ter conversado com eles sobre a mudança, e eles falarem que gostariam de se mudar comigo mas que não podiam deixar aquela casa. 
E pelas pesquisas que fiz, uma criança só deixa de contatar com o amigo imaginário quando sente-se mais segura. Mas o que aconteceu comigo foi o contrário, pois na época me sentia insegura com a mudança de residência.
O que mais me impressiona nesta experiência é o fato de ter deixado de conversar com eles depois que me mudei, porque eles não podiam deixar aquela casa. Para finalizar, acredito que os meus amigos não eram imaginários, mas reais".

CONCLUSÃO

Até os sete ou oito anos de idade, a criança encontra-se receptiva às ressonâncias de sua reencarnação anterior e sensível à sua recente experiência no plano espiritual. 

A partir desta fase, ela, enquanto espírito que é, começa a "encaixar" na dimensão física. 

No entanto, algumas crianças continuam vendo e falando com espíritos devido ao seu grau mediúnico. 

Muitas acabam escondendo dos pais as suas experiências, a ponto de guardarem os seus segredos por tempo indeterminado ou até mesmo pelo resto de suas vidas.

Quando esta situação passa a ser detectada pelos pais da criança ou do adolescente, sugerimos que o caso seja encaminhado a um profissional capacitado para realizar uma avaliação que considere a possibilidade de haver relação ou interferência espiritual no comportamento do ente querido.

Este procedimento, se realizado a tempo através do processo psicoterapêutico, impede que a criança acumule traumas psíquicos com as suas experiências de contato com a dimensão extra-física, que podem gerar consequências desagradáveis ao futuro adulto.


(Flávio Bastos*)


* Criador intuitivo da Psicoterapia Interdimensional (PI) e psicanalista clínico. Outros cursos: Terapia Regressiva Evolutiva, Psicoterapia Reencarnacionista, Terapia Floral, Psicoterapia Holística, Parapsicologia, Capacitação em Dependência Química, Hipnose e Auto-hipnose e Dimensão Espiritual na Psicologia e Psicoterapia.





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Do sanduíche



Deus nos dá uma cota de dificuldades a serem superadas durante a vida; o suficiente para que possamos crescer. O resto nós criamos – por medo, culpa, ou incapacidade de mudar.

*

No refeitório da fábrica, João abria a marmita e reclamava:

- De novo, sanduíche de atum!

Na primeira semana, os companheiros fingiam que não escutavam. E João todo dia abrindo a marmita e reclamando: "droga, sanduíche de atum!".

Cansado de escutar isto, um de seus colegas comentou: "Por que não pede a sua mulher para mudar?".

"Que mulher?", perguntou João. "Sou solteiro, e preparo meus próprios sanduíches!"


(Paulo Coelho)


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O perigo dos pressupostos



Abriu a porta e viu o amigo que há tanto não via. Estranhou que ele viesse acompanhado de um cão. 

Cão forte, saltitante e com ar agressivo. 

Abriu a porta e cumprimentou o amigo efusivamente.

— Quanto tempo!

— Quanto tempo — ecoou o outro.

O cão aproveitou a saudação e entrou casa adentro.
Logo um barulho na cozinha demonstrava que ele tinha virado qualquer coisa. O dono da casa encompridou as orelhas. O amigo visitante, porém, nada.

— A última vez que nos vimos foi em...

O cão passou pela sala, entrou no quarto, e novo barulho desta vez de coisa quebrada. Houve um sorriso amarelo do dono da casa, mas perfeita indiferença do visitante.

— Quem morreu foi o... você se lembra dele?

O cão saltou sobre um móvel, derrubou um abajur, logo trepou as patas sujas no sofá e deixou a marca digital e indelével de seu crime. Os dois amigos, tensos, agora fingiram não perceber.

Por fim, o visitante despediu-se e já ia saindo quando o dono da casa perguntou:

— Não vai levar seu cão?

— Cão? Ah, cão! Oh, agora estou entendendo. Não é meu não. Quando eu entrei, ele entrou comigo tão naturalmente que pensei que fosse seu.


(desconheço a autoria)


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06 abril 2013

Sou de verdade?



Desde crianças, nos perguntam: você ama papai? você ama titia? você ama seu professor?

Ninguém pergunta: você se ama?

E terminamos gastando grande parte de nossa energia tentando agradar aos outros. 

Mas, e a gente?

O jesuíta Anthony Mello conta uma genial história a respeito:

Mãe e filho estão numa lanchonete.
Depois de escutar o pedido da mãe, a garçonete vira-se para o menino: "o que você quer?" E o menino responde: "um cachorro quente".

- Nada disso – diz a mãe. Ele quer bife com verduras.

A garçonete, ignorando o comentário, pergunta ao garoto:

- Você prefere com mostarda ou com ketchup?

O menino responde: "os dois". E depois, vira-se para a mãe e diz surpreso:

- Mamãe! Ela acha que eu sou de verdade!


(Paulo Coelho)


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